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	<title>/sbin/lsmod - Módulos para seu cérebro &#187; opensource</title>
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		<title>Milhares de blogs WordPress invadidos</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 18:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[exploit]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
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		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Milhares de sites estão sendo invadidos e usados como distribuidor de malware, graças a uma vulnerabilidade no componente TimThumb. Saiba como se proteger.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você possui um blog movido à WordPress, hospedado em um servidor próprio, vai querer ficar atento: O plugin timthumb, usado por muitos templates (inclusive o que estamos usando aqui no lsmod) possui uma vulnerabilidade já reportada (leia mais sobre ela <a href="http://www.h-online.com/open/news/item/Timthumb-PHP-script-opens-hole-in-WordPress-blogs-1317479.html" target="_blank">aqui</a>), e que agora está sendo usada para espalhar malware.</p>
<p>Portanto, se você possui uma, ou várias, instalações do WordPress, é bom verificar a existência do TimThumb nos seus templates. Se você tiver acesso ao terminal, uma busca recursiva com o find resolve seu problema.</p>

<div class="wp_codebox_msgheader"><span class="right"><sup><a href="http://www.ericbess.com/ericblog/2008/03/03/wp-codebox/#examples" target="_blank" title="WP-CodeBox HowTo?"><span style="color: #99cc00">?</span></a></sup></span><span class="left"><a href="javascript:;" onclick="javascript:showCodeTxt('p739code1'); return false;">View Code</a> BASH</span><div class="codebox_clear"></div></div><div class="wp_codebox"><table><tr id="p7391"><td class="code" id="p739code1"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">find</span> . <span style="color: #660033;">-name</span> timthumb.php</pre></td></tr></table></div>

<p>Abra o arquivo com qualquer visualizador de textos, como o meu favorito <a href="http://www.vim.org/" target="_blank">vim</a>, e pesquise por VERSION. Se você tiver qualquer versão abaixo da 2.0, pode estar vulnerável ao ataque.</p>
<p>Como corrigir ? Bem simples. Faça um backup da versão anterior (para não ter surpresas com o tema quebrando, por exemplo) e substitua-o pela versão atual, disponível <a href="http://timthumb.googlecode.com/svn/trunk/timthumb.php" target="_blank">neste link direto.</a></p>
<p>Fique atento, distribuir malware sem tomar nota é péssimo, e pior ainda se reportarem seu blog/site para o Google e outros mecanismos de busca, e ser marcado como site não seguro.</p>
<p>Um abraço.</p>
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		<title>Auditoria de redes corporativas</title>
		<link>http://www.lsmod.net/auditoria-de-redes-corporativas/</link>
		<comments>http://www.lsmod.net/auditoria-de-redes-corporativas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 20:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[login script]]></category>
		<category><![CDATA[openaudit]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprenda a fazer inventário e auditoria da sua rede corporativa usando apenas Software Livre com o OpenAudit.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[adsenseaqui]</p>
<p>Se você é administrador de alguma rede corporativa, já deve ter sentido a necessidade, ou pelo menos curiosidade de saber o que está instalado nos desktops do pessoal.</p>
<p>Já desejou fazer reboot remoto, saber o número serial das instalações de softwares comuns no ambiente, ter um inventário completo de todas as máquinas do seu ambiente, e muitos outros detalhes ?</p>
<p>Bem, apresento-lhes o Open-Audit: Uma ferramenta de código livre para inventário e auditoria de dispositivos de rede, como estações de trabalho, servidores web, servidores de banco de dados, emissões de relatórios diversos e muito, muito mais.</p>
<p>A partir do OpenAudit pode-se, por exemplo, emitir relatório de uso de todos os discos rígidos de sua empresa, todas as impressoras instaladas nos computadores, lista de computadores com antivirus desatualizados, etc.</p>
<p>Parece bom, não é ? Tudo isso via web, sem necessidade de instalação de software extra, disponivel para qualquer computador que tenha um navegador recente como Firefox ou Chrome.</p>
<p>Outra idéia bacana que os desenvolvedores tiveram é que não é necessário instalar nada nas estações de trabalho. Todas as opções semelhantes que consultei envolviam a instalação de um <em>daemon</em> nos clientes da rede para que fosse possível fazer a coleta dos dados.<br />
&#8220;Mas como é possível então?&#8221; &#8211; vocês me perguntam. A resposta é simples, um script VBS vinculado aos scripts de logon dos usuários coleta todas as informações necessárias e envia para o servidor web em que o OpenAudit está rodando via POST. Inteligente, não ?</p>
<p>Algumas screenshots interessantes:</p>

<a href='http://www.lsmod.net/auditoria-de-redes-corporativas/harddrives/' title='harddrives'><img width="150" height="150" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/harddrives-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="harddrives" title="harddrives" /></a>
<a href='http://www.lsmod.net/auditoria-de-redes-corporativas/nmap_disc/' title='nmap_disc'><img width="150" height="150" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/nmap_disc-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="nmap_disc" title="nmap_disc" /></a>
<a href='http://www.lsmod.net/auditoria-de-redes-corporativas/overview/' title='overview'><img width="150" height="150" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/overview-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="overview" title="overview" /></a>
<a href='http://www.lsmod.net/auditoria-de-redes-corporativas/todossistemas/' title='todossistemas'><img width="150" height="150" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/todossistemas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="todossistemas" title="todossistemas" /></a>
<a href='http://www.lsmod.net/auditoria-de-redes-corporativas/todossoftwares/' title='todossoftwares'><img width="150" height="150" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/todossoftwares-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="todossoftwares" title="todossoftwares" /></a>
<a href='http://www.lsmod.net/auditoria-de-redes-corporativas/banner/' title='banner'><img width="150" height="150" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/banner-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="banner" title="banner" /></a>

<p><a href="http://www.open-audit.org/" target="_blank">Página do projeto</a> &#8211; <a href="http://www.open-audit.org/phpBB3/viewforum.php?f=6" target="_blank">FAQ Oficial</a> &#8211; <a href="http://www.open-audit.org/phpBB3/index.php" target="_blank">Fórum da comunidade</a></p>
<p>Eu montei o esquema direto no Samba que uso como substituto ao Windows. Joguei os scripts no share netlogon, de uma forma que, quando os usuários fazem login no meu domínio, o script é chamado automaticamente e transparentemente, eles sequer tomam conhecimento de que algo está &#8220;acontecendo&#8221;.</p>
<p>Arquivo login.bat, que serve apenas para chamar o script VBS que irá rodar as rotinas de auditoria:</p>

<div class="wp_codebox_msgheader"><span class="right"><sup><a href="http://www.ericbess.com/ericblog/2008/03/03/wp-codebox/#examples" target="_blank" title="WP-CodeBox HowTo?"><span style="color: #99cc00">?</span></a></sup></span><span class="left"><a href="javascript:;" onclick="javascript:showCodeTxt('p578code2'); return false;">View Code</a> BASH</span><div class="codebox_clear"></div></div><div class="wp_codebox"><table><tr id="p5782"><td class="code" id="p578code2"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000; font-weight: bold;">@</span><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">echo</span> off
cscript \\SERVIDOR\netlogon\login.vbs</pre></td></tr></table></div>

<p>Arquivo login.vbs:</p>

<div class="wp_codebox_msgheader"><span class="right"><sup><a href="http://www.ericbess.com/ericblog/2008/03/03/wp-codebox/#examples" target="_blank" title="WP-CodeBox HowTo?"><span style="color: #99cc00">?</span></a></sup></span><span class="left"><a href="javascript:;" onclick="javascript:showCodeTxt('p578code3'); return false;">View Code</a> BASH</span><div class="codebox_clear"></div></div><div class="wp_codebox"><table><tr id="p5783"><td class="code" id="p578code3"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">Set WshShell = WScript.CreateObject<span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">&#40;</span><span style="color: #ff0000;">&quot;WScript.Shell&quot;</span><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">&#41;</span>
obj = WshShell.Run<span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">&#40;</span><span style="color: #ff0000;">&quot;\\SERVIDOR<span style="color: #000099; font-weight: bold;">\n</span>etlogon\openaudit\audit.vbs&quot;</span>, <span style="color: #000000;">0</span><span style="color: #7a0874; font-weight: bold;">&#41;</span>
<span style="color: #000000; font-weight: bold;">set</span> WshShell = Nothing</pre></td></tr></table></div>

<p>É necessário alterar os scripts do OpenAudit de acordo com as suas necessidades, obviamente.</p>
<p>Se tiverem dúvidas na implementação, postem nos comentários. Levei um tempo pra entender como funcionava a coisa toda, mas no fim das contas é tudo bastante simples.</p>
<p>Um abraço.</p>
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		<title>As diferentes formas de matar um programa</title>
		<link>http://www.lsmod.net/as-diferentes-formas-de-matar-um-programa/</link>
		<comments>http://www.lsmod.net/as-diferentes-formas-de-matar-um-programa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 20:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Mac OS X]]></category>
		<category><![CDATA[Posix]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Unix]]></category>
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		<category><![CDATA[sigkill]]></category>
		<category><![CDATA[sigterm]]></category>
		<category><![CDATA[termination signal]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente tive de explicar a um conhecido as diferenças entre matar um programa &#8220;graciosamente&#8221; e forçá-lo imediatamente a parar de funcionar. Pareceu uma guerra interminável. E é compreensível, uma vez que nem todos estão acostumados com a idéia de &#8220;pedir gentilmente&#8221; a um programa que se feche, ainda mais explicitando a forma como isso deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente tive de explicar a um conhecido as diferenças entre matar um programa &#8220;graciosamente&#8221; e forçá-lo imediatamente a parar de funcionar.</p>
<p>Pareceu uma guerra interminável. E é compreensível, uma vez que nem todos estão acostumados com a idéia de &#8220;pedir gentilmente&#8221; a um programa que se feche, ainda mais explicitando a forma como isso deve ser feito. Acredito que principalmente quem nunca desenvolveu algo na vida tem os maiores problemas aceitando esse conceito.</p>
<p>Imagine um (ou vários) processos do Postgres rodando. Você decide que ele é um gargalo no seu sistema, e você quer fechá-lo (crianças, não façam isso em casa&#8230;). Existe uma diferença <span style="color: #0000ff;">brutal</span> entre mandar um <strong>kill -9</strong> (sigkill) e um <strong>kill -3</strong> (sigquit).</p>
<p>Segue abaixo uma tabelinha de diferentes sinais, que eu chupinhei da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Signal_%28computing%29">Wikipédia</a> e <a href="http://www.gnu.org/s/libc/manual/html_node/Termination-Signals.html">deste outro site</a>:<br />
<strong>
<table id="wp-table-reloaded-id-1-no-1" class="wp-table-reloaded wp-table-reloaded-id-1">
<thead>
	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Sinal</th><th class="column-2">Número correspondente</th><th class="column-3">Descrição</th>
	</tr>
</thead>
<tbody>
	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1">SIGTERM</td><td class="column-2">15</td><td class="column-3">SIGTERM é o sinal padrão, usado para terminar um programa. Usar o comando kill sem especificar o sinal numérico no Linux irá usar SIGTERM por default.</td>
	</tr>
	<tr class="row-3 odd">
		<td class="column-1">SIGINT</td><td class="column-2">2</td><td class="column-3">SIGINT corresponde, no mundo dos mortais, à famosa combinação de Control+C. A aplicação decide, então, o que fazer com o sinal INT que recebeu. Em muitos casos (shell scripts, por exemplo) a aplicação é quebrada imediatamente. Noutros, porém, o tratamento do INT pode ser diferenciado - a aplicação pode decidir fechar suas conexões, por exemplo, antes de ser interrompida.</td>
	</tr>
	<tr class="row-4 even">
		<td class="column-1">SIGQUIT</td><td class="column-2">3</td><td class="column-3">O sinal QUIT é o padrão para fechar aplicações não-responsivas "gentilmente". Ele é mais poderoso que o TERM, que muitas vezes simplesmente é incapaz de matar um processo. Este, porém, permite que o programa emita um core dump de sua operação, tornando possível a detecção de eventuais problemas.</td>
	</tr>
	<tr class="row-5 odd">
		<td class="column-1">SIGKILL</td><td class="column-2">9</td><td class="column-3">KILL é, definitivamente, o mais bruto dos sinais. Ele mata o processo independentemente das suas operações atuais. Não irá esperar por retornos, fechamento de conexões, dump de dados ou qualquer outro output. SIGKILL é usado para matar aplicações completamente não-responsivas, e deve ser usado com cautela, pois pode, no exemplo do banco de dados acima, corromper tabelas, índices, etc.</td>
	</tr>
	<tr class="row-6 even">
		<td class="column-1">SIGHUP</td><td class="column-2">1</td><td class="column-3">HUP é usado para indicar desconexão de terminal, geralmente. Seja por uma queda na internet, ou telefonema, ou qualquer outro tipo de quebra de sinal. HUP é usado, por exemplo, numa sessão SSH com processos pendentes, quando de repente a conexão foi cortada.</td>
	</tr>
</tbody>
</table>
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A tabela com todos os sinais existentes e seus significados pode ser  encontrada no link para a Wikipedia, porém estes são os mais usados.</p>
<p>Todos devem ser usados de acordo com a situação, e devidamente tratados no código do programa. Dependendo da vontade do programador, pode-se interpretar os sinais para processar uma série de rotinas antes do término real da aplicação, e é importante respeitar o processo, sob pena de eventual perda de dados.<strong><br />
</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>DD-WRT no seu Router</title>
		<link>http://www.lsmod.net/atualizando-seu-roteador-com-o-dd-wrt/</link>
		<comments>http://www.lsmod.net/atualizando-seu-roteador-com-o-dd-wrt/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 03:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Posix]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[dd-wrt]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[roteador]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns anos atrás eu havia lido uma notícia de que um grupo de usuários havia desenvolvido um firmware novo para muitos modelos de routers, baseado em Linux, com inúmeras opções extras de otimização, assim como alguns hacks e opções novas de controle do router. O DD-WRT. Após descobrir que uma dessas opções era determinar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns anos atrás eu havia lido uma notícia de que um grupo de usuários havia desenvolvido um firmware novo para muitos modelos de routers, baseado em Linux, com inúmeras opções extras de otimização, assim como alguns hacks e opções novas de controle do router. <a href="http://www.dd-wrt.com">O DD-WRT.</a></p>
<p>Após descobrir que uma dessas opções era determinar a potência de transmissão das antenas podendo fazer uma espécie de &#8220;overclock&#8221;, resolvi botar a mão na massa e atualizar os meus.</p>
<p>As vantagens que percebi até agora:<br />
- Aumentar a potência do sinal;<br />
- Opções muito mais avançadas e melhoradas na parte de QoS e Port Forwarding;<span id="more-300"></span><br />
- Controle básico de acesso a websites direto no Router (básico, porém melhor que o nativo);<br />
- Bloqueio de alguns serviços P2P;<br />
- Interface gráfica muito mais bonita, detalhada e rica em recursos;<br />
- Rodar Linux no router ! (priceless).</p>
<p>Claro, existem muitas outras opções, mas nelas nem mexi ainda. Minha rede doméstica é bem básica, basicamente configurada para permitir navegação web e alguns serviços de torrent e SSH, viabilizados pela compra do poderoso <a href="http://www.lsmod.net/2011/02/storage-caseiro-com-snakeos-e-ns-k330/">NS-K330</a> que também adquiri recentemente.</p>
<p>O primeiro passo para a instalação do DD-WRT é encontrar, <a href="http://www.dd-wrt.com/site/support/router-database">nesta URL</a>, o firmware que irá substituir o padrão, que veio com o seu roteador. Muitos dispositivos contam com pouca RAM, processador fajuto e/ou de diferentes arquiteturas. Por esta razão, teremos de selecionar <span style="color: #ff0000;"><strong>cuidadosamente</strong></span> a versão usada. Podemos &#8220;brickar&#8221; o aparelho se fizermos besteira na atualização do software.</p>
<p>Em casa tenho dois roteadores Linksys. Um deles é o WRT54G &#8220;modelo 6.0 (número serial começa com CDFD)&#8221;, que será usado neste artigo por ser um modelo bastante comercializado no Brasil ainda nos tempos atuais.<br />
Todos os WRT54G&#8217;s são compatíveis, com exceção ao &#8220;modelo 7.0&#8243;, que possui hardware diferente, com menos RAM. Confira <a href="http://dd-wrt.com/wiki/index.php/Linksys_WRT54G_v7.2_%26_8.0_%26_v8.2">neste endereço</a> como descobrir a versão do seu. Não atualize seu firmware sem <strong>ter certeza</strong> do que está fazendo. Não me responsabilizo por danos aos equipamentos avariados, obviamente.</p>
<p>A grande verdade é que os procedimentos, apesar de um pouco genéricos (muita coisa é igual para todos os roteadores), diferem entre as diferentes marcas, e também diferem dentro da mesma marca, por conta da história de modelos mencionada acima. De novo, os procedimentos aqui descritos são apenas para orientação e exemplo. Eles irão funcionar perfeitamente num roteador IGUAL ao mencionado aqui, mas por favor, para outras marcas/modelos, consulte o site oficial do DD-WRT.</p>
<p>Segue o how-to, finalmente:</p>
<ul>
<li>Baixe o arquivo GV5Flash.zip &#8211; <a href="http://www.dd-wrt.com/phpBB2/viewtopic.php?t=58231">Encontrado aqui</a>.</li>
<li>Leia o seguinte texto: <a href="http://babelfish.yahoo.com/translate_url?doit=done&amp;tt=url&amp;intl=1&amp;fr=bf-home&amp;trurl=http%3A%2F%2Fwww.dd-wrt.com%2FphpBB2%2Fviewtopic.php%3Ft%3D51486&amp;lp=en_pt&amp;btnTrUrl=Translate">Tradução do Babelfish</a> ou <a href="http://www.dd-wrt.com/phpBB2/viewtopic.php?t=51486">original em inglês</a> para melhor orientação.</li>
<li>Fazer um &#8220;hard-reset&#8221; do seu roteador. O procedimento está descrito no link acima, mas aqui vai mais claramente:</li>
</ul>
<ol>
<li>Com o roteador ligado, <strong>aperte o botãozinho</strong> de reset nas costas do dispositivo, e <strong>segure-o</strong> por 30 segundos.</li>
<li>Ao final do tempo, <strong>ainda segurando</strong> o botão de reset, <strong>desplugue</strong> o cabo de força por outros 30 segundos.</li>
<li>Ao final do tempo, <strong>plugue novamente</strong> o cabo de força do roteador. Ao final do processo, você terá segurado o botão de reset, <strong>sem soltar</strong>, por <span style="color: #ff0000;"><strong>90</strong></span> segundos.</li>
</ol>
<ul>
<li>Configure o IP do seu computador para algo como 192.168.1.7. Deixe o IP de final .1 liberado para o roteador. Deixe a sub-mascara em 255.255.255.0. Em seguida, conecte seu computador no roteador diretamente. De preferência, desligue firewalls ou outros programas que possam interferir na operação.</li>
<li>Descompacte o arquivo <strong>Gv5Flash.zip</strong>, baixado no primeiro passo, e jogue seu conteúdo na sua pasta de preferência.</li>
<li>Dentro dele, teremos outro arquivo zip, chamado <strong>vximgtoolgui.zip</strong>. Descompacte-o também. Em seguida, inicie o programa vximgtoolgui.exe, certificando-se de que botão superior contém WRT54G.</li>
<li>No campo descrito &#8220;Desired MAC&#8221; (MAC desejado), preencha com o MAC Address atual do seu roteador. Ele pode ser encontrado na página de administração online do seu dispositivo. Se você não sabe o que é MAC Address, recomendo que pare de tentar seguir este tutorial.</li>
<li>Clique no botão com as reticências próximo a &#8220;output imagem&#8221; (imagem de destino) e salve o arquivo com um nome apropriado, como &#8220;BackupFirmware54g.bin&#8221;, ou algo de sua preferência, na pasta onde estamos alocando os arquivos.</li>
<li>Desplugue o roteador da tomada por 30 segundos. Ligue-o em seguida.</li>
<li>Navegue para 192.168.1.1 (ou o IP determinado por você previamente). Ao invés da tela de manutenção, você deverá agora ver a página normal de administração do roteador. Se por ventura a página de manutenção aparecer, desligue o roteador novamente até que ela desapareça, e a página normal venha a ser exibida.</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>Usuário</strong></span> e <span style="color: #3366ff;"><strong>senha</strong></span> para login: <span style="color: #ff0000;"><strong>root</strong></span> / <strong><span style="color: #3366ff;">admin</span></strong></li>
<li>Navegue para Administração -&gt; Firmware Upgrade.</li>
<li>Selecione o arquivo <strong>vxworks_prep_v03.bin</strong>, que está dentro do arquivo ZIP que baixamos na primeira etapa. Confirme a atualização.</li>
<li>Espere por <strong>CINCO MINUTOS completos.</strong> Não toque no roteador neste meio tempo. Vá tomar um café.</li>
<li>Após ter aguardado os CINCO MINUTOS, desligue o roteador da tomada por 30 segundos. Religue-o, e navegue para 192.168.1.1 no seu computador.<br />
Você deverá ser apresentado à tela de manutenção desta vez.</li>
<li>Selecione o arquivo que geramos algumas etapas acima (BackupFirmware54g.bin) e selecione &#8220;Apply&#8221;.</li>
<li>Espere a mensagem de &#8220;Update completed&#8221;. Após a mensagem aparecer, aguarde novamente por CINCO minutos, sem tocar no roteador.</li>
<li>Inicie o tftp.exe (presente também no pacote baixado no início):</li>
</ul>
<ol>
<li>Entre com o IP <span style="color: #ff0000;">192.168.1.1</span> para o campo de <span style="color: #ff0000;">endereço</span>,</li>
<li>Deixe a senha em <span style="color: #ff0000;">branco</span>,</li>
<li>Selecione o firmware <span style="color: #ff0000;">dd-wrt.v24-12548_NEWD_micro.bin</span> (ou substitua pelo nome mais recente do arquivo, se houver),</li>
<li>Configure o campo &#8220;<span style="color: #ff0000;">retries</span>&#8221; para <span style="color: #ff0000;">99</span>,</li>
<li>Refaça o procedimento de <span style="color: #ff0000;">desligar</span> o roteador da tomada por 30 segundos,</li>
<li>Conte até 2,</li>
<li>Aperte &#8220;<span style="color: #ff0000;">update</span>&#8220;.</li>
</ol>
<ul>
<li>Quando você receber uma mensagem de sucesso (SUCCESS em inglês), aguarde por CINCO minutos extras. Após este período, tente acessar o seu roteador pelo navegador, no IP 192.168.1.1.<br />
Caso você não receba a mensagem de sucesso, repita as etapas de 1 a 7 acima (incluindo a etapa anterior, de abrir o tftp.exe, se necessário).</li>
<li>Após ser capaz de acessar o site de gerenciamento, desligue o roteador da tomada por 30 segundos, e religue-o.<br />
Após religá-lo, tente acessar novamente o site. Em caso de sucesso, refaça as etapas do HARD reset:</li>
</ul>
<ol>
<li>Com o roteador ligado, <strong>aperte o botãozinho</strong> de reset nas costas do dispositivo, e <strong>segure-o</strong> por 30 segundos.</li>
<li>Ao final do tempo, <strong>ainda segurando</strong> o botão de reset, <strong>desplugue</strong> o cabo de força por outros 30 segundos.</li>
<li>Ao final do tempo, <strong>plugue novamente</strong> o cabo de força do roteador. Ao final do processo, você terá segurado o botão de reset, <strong>sem soltar</strong>, por <span style="color: #ff0000;"><strong>90</strong></span> segundos.</li>
</ol>
<p>Pronto ! Complicado, mas vale bastante a pena. Você já pode reconfigurar o IP do seu computador para DHCP, se preferir. Navegue pelas opções do DD-WRT, ajuste os campos de usuário e senha do PPPoE e a internet já estará funcionando.</p>
<p>Agora é a hora de brincar nas opções extras ! Recomendo &#8220;twinkar&#8221; a opção de Potência de TX (o tanto de megawatts usados na antena, isso faz o sinal ficar mais forte). Valor mínimo de 1, máximo de 251mW, deixei o meu com 180 e melhorou bastante a conexão aqui em casa.</p>
<p>É isso, tutorial concluído. Como eu já disse mais pra cima, este artigo em específico é para o WRT54G &#8220;modelo 6.0&#8243;. Se você possui um roteador diferente deste, leia atentamente as instruções que podem ser encontradas <a href="http://www.dd-wrt.com/">no site oficial do projeto.</a></p>
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		<title>Nove características do veterano em Unix</title>
		<link>http://www.lsmod.net/nove-caracteristicas-do-veterano-em-unix/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 17:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[Posix]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[unix]]></category>

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		<description><![CDATA[Característica número 1: Não usamos o sudo Da mesma forma como o caps lock desligado é lei para os moderados, sudo é coisa para os tímidos. Se nós precisamos fazer algo como root, nós então usamos su para root, e não esse lance sem sentido de sudo. Mais ainda: Nos sistemas Unix que forçam o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Característica número 1: Não usamos o <span style="color: #ff0000;">sudo</span></strong><br />
Da mesma forma como o caps lock desligado é lei para os moderados, sudo é coisa para os tímidos. Se nós precisamos fazer algo como root, nós então usamos <span style="color: #0000ff;"><strong>su</strong></span> para root, e não esse lance sem sentido de <span style="color: #0000ff;"><strong>sudo</strong></span>. Mais ainda: Nos sistemas Unix que forçam o uso de sudo para todos os usuários, a primeira coisa que fazemos é <span style="color: #0000ff;"><strong>sudo su -,</strong></span> alteramos a senha de root para que possamos confortávelmente rodar<strong><span style="color: #0000ff;"> su -</span></strong> mais tarde. Usar exclusivamente o sudo é como jogar boliche com as proteções metálicas em uso &#8212; mais seguro, mas também faz você não pensar direito no que está fazendo.</p>
<p><strong>Característica número 2: Nós usamos <span style="color: #ff0000;">vi</span>, não emacs e definitivamente não pico ou nano</strong><br />
Todos sabemos que o emacs é muito querido por uma grande quantidade de administradores Unix, porém também sabemos que ele é o equivalente Unix ao Microsoft Word. <span id="more-456"></span>O vi &#8212; e implicitamente o vim &#8212; é a verdadeira ferramenta para os geeks veteranos em Unix que precisam de agilidade nas suas tarefas, e não querem se preocupar com o monte de coisas estranhas que vêm junto com o Emacs. O Emacs possui um jogo de Tetris embutido, pelo amor de Deus.</p>
<p>Podemos admitir grunhindo que recursos do vim como &#8220;code folding&#8221; e destaque de sintaxe de várias linguagens pode ser considerado &#8220;fofo&#8221; por alguns, mas no final do dia, tarefas de verdade no Unix combinam muito bem com os conceitos de edição modal do vi. Além disso, seu pequeno tamanho e portabilidade universal o transformam na melhor escolha de editor de textos. Obrigado Bill, obrigado Bram.</p>
<p><strong>Característica número 3: Nós empunhamos expressões regulares como armas</strong><br />
Para os leigos, mesmo o mais simples regex pode soar como digitação de bêbado. Para nós, porém, é a mais pura poesia. O poder representado na complexidade da pcre (Perl Compatible Regular Expressions) não pode ser vencido por outra ferramenta alguma.<br />
Se você precisar substituir todos os terceiros caracteres num arquivo de 100.000 linhas, exceto quando ele é sucedido pelo número 4, as expressões regulares não são apenas uma forma de ter o trabalho feito &#8211; elas são a única forma de conseguir isto. Aqueles que se recusam a aprender regex fazem a si mesmos e seus colegas um desserviço diário.<br />
Em todo grupo de usuários Unix de tamanho razoável você irá encontrar um ou dois &#8220;savants&#8221; em regex. Estes pobres coitados vivem recebendo sequencias de strings em seus emails, acompanhados por pedidos de regex para traduzí-las. Usualmente seguidos pela promessa de algumas cervejas, que nunca chegam a ser entregues.</p>
<p><strong>Característica número 4: Somos inerentemente preguiçosos</strong><br />
Quando alguém nos apresenta um problema que envolve muito trabalho manual e repetitivo, nós Unix de antigamente sempre iremos optar por escrever algum trecho de código que dê conta do recado. Isto normalmente toma menos tempo do que a opção manual, mas nem sempre. Porém isto não importa, nós sempre preferimos gastar estes minutos e horas construindo algo que poderá ser utilizado depois, ao invés de simplesmente consertar o problema imediatamente. Normalmente, isto nos rende bons momentos quando nos deparamos com um problema semelhante ao anterior alguns anos depois, e então poderemos simplesmente arrancar algumas centenas de linhas de Perl do nosso home directory, resolver o problema em questão de minutos, e tornar a resolver algum outro código. Ou então podemos jogar Angry Birds por mais tempo.</p>
<p><strong>Característica número 5: Nós preferimos soluções elegantes</strong><br />
Se existem diversas maneiras de consertar um problema ou alcançar uma meta, nós iremos optar por gastar mais tempo desenvolvendo uma solução que resolva o problema e previna que ele torne a acontecer, ao invés de simplesmente puxar o Band-Aid. Isto tem a ver com o fato de odiarmos voltar a um problema que já &#8220;marcamos como resolvido&#8221; em nossos cérebros. A moral da história é que, se podemos resolver um problema de uma vez por todas gastando um pouco mais de tempo hoje, o faremos, para que tenhamos menos dores de cabeça no futuro.</p>
<p><strong>Característica número 6: Nós geralmente assumimos que o problema está com a pessoa que faz a pergunta</strong><br />
Atingir um certo nível de expertise em Unix é ser extremamente confiante nas suas habilidades e conhecimentos. Isto significa que nós nunca pensamos que um problema existe até que possamos vê-lo pessoalmente. Falar para um veterano em Unix que um arquivo &#8220;simplesmente sumiu&#8221; vai resultar em zombaria na certa. <span style="color: #0000ff;"><strong>Prove</strong></span> para ele que aquilo realmente aconteceu, e você irá se deparar com alguém que irá mergulhar no problema incansávelmente, até que uma causa razoável e sua soluções sejam encontradas.<br />
Muitos podem achar que isso é um sinal de arrogância ou prepotência. E é, mas nós temos este direito.</p>
<p><strong>Característica número 7: Nós temos mais em comum com os médicos legistas do que com doutores</strong><br />
Quando lidamos com um problema muito grande, nós iremos gastar muito mais tempo no &#8220;pós-morte&#8221; do que com a solução do problema. A menos que a carga de trabalho absolutamente não nos permita gastar um tempinho com a investigação, nós precisamos saber a causa absoluta do problema. Não existe mágica no mundo do administrador <em>hardcore</em> de Unix; cada situação precisa partir de uma certa lógica e seguí-la nos moldes corretos. Ou seja, existe uma razão para tudo, e nós não vamos deixar pedra sobre pedra até a encontrarmos.</p>
<p>Para nós, é fácil estancar o sangramento mandando um HUP para um processo ou mudando permissões num arquivo ou diretório para 777, mas esta não é nem metade da história. Porque o processo precisou ser reiniciado ? Isto não deveria ser necessário normalmente, e nós precisamos saber o porque das coisas.</p>
<p><strong>Característica número 8: Nós sabemos mais de Windows do que deixamos transparecer</strong><br />
Apesar de não rodarmos Windows nos nossos computadores pessoais, e parecer que não nos importamos nem um pouco com servidores Windows, nós somos geralmente bastante capazes de diagnosticar e consertar problemas neste sistema. Isto porque nós precisamos lidar com estes problemas quando eles ultrapassam os limites e caem no nosso território.<br />
No entanto, nós geralmente não gostamos de demonstrar estas habilidades, porque o Windows não segue os mesmos fundamentos lógicos do Unix, e isto nos incomoda. Vide características 5 e 6 acima.</p>
<p><strong>Característica número 9: Reinicializar o sistema quase nunca é a solução</strong><br />
Servidores Unix não precisam de reboot. A menos que não haja absolutamente nenhuma outra opção, nós preferimos gastar horas e horas consertando um problema com um sistema online e funcional, do que reinicializá-lo. A moral da história é que não existe razão para um reboot a menos que precisamos efetuar mudanças no hardware, ou existe alguma atualização para o kernel que estejamos rodando. Reinicializar o servidor é apenas uma saída temporária para o problema. Se ele aconteceu uma única vez e foi &#8220;consertado&#8221; por um reboot, pode apostar que irá acontecer novamente. Nós preferimos consertá-lo já do que simplesmente puxar a tomada e esperar pela próxima ocorrência.</p>
<p>Se algumas dessas características parecerem anti-sociais ou difíceis de serem entendidas a partir da perspectiva de um leigo, é porque elas são. Onde alguns enxergam métodos super complicados ou intratáveis, nós vemos o caminho certo, oriundo de anos de aprendizado, experiência e, acima de tudo, lógica.</p>
<p>####</p>
<p>Este texto não foi escrito por mim. O original, de autoria de Paul Venezia, <a href="http://www.infoworld.com/print/151276">em inglês, se encontra neste endereço</a>, e honestamente, fica bem mais divertido no idioma original do que traduzido.</p>
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		<title>Storage caseiro com SnakeOS e NS-K330</title>
		<link>http://www.lsmod.net/storage-caseiro-com-snakeos-e-ns-k330/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 13:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Posix]]></category>
		<category><![CDATA[ftp]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[ssh]]></category>
		<category><![CDATA[torrent]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal ! Alguns dias atrás, após 5 longos meses, minha encomenda chegou em casa. Estou falando do NAS chinês NS-K330, que os Correios fizeram o favor de perder na primeira remessa. Nada com o que o DealExtreme não esteja acostumado &#8211; Me enviaram outro assim que reclamei do acontecido. Por sorte eu estava com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal !</p>
<p>Alguns dias atrás, após 5 longos meses, minha encomenda chegou em casa. Estou falando do <a href="http://www.dealextreme.com/p/standalone-bittorrent-bt-client-usb-nas-ftp-samba-printer-upnp-sharing-network-lan-server-26320">NAS chinês NS-K330</a>, que os Correios fizeram o favor de perder na primeira remessa. Nada com o que o DealExtreme não esteja acostumado &#8211; Me enviaram outro assim que reclamei do acontecido.</p>
<p>Por sorte eu estava com a noite livre, e logo de cara já resolvi o instalar em minha rede.</p>
<p>Para quem não sabe, o NS-K330 é um NAS multifuncional, pelo modesto preço de US$ 39,40, disponível para venda no Deal Extreme. <a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.26320" target="_blank">Clique aqui caso resolva comprá-lo</a>.<br />
O NS-K330 não possui um HD interno. Por esse preço também seria pedir demais, né ?<span id="more-407"></span></p>
<p>Ao invés, ele vem com duas portas USB, que você pode usar para plugar impressoras, pendrives e HD&#8217;s externos.<br />
Eu pessoalmente acho isso muito bom, pois podemos trocar as memórias quando lotarem e não estivermos com tempo para esvaziar tudo.</p>
<p>As utilizações desse brinquedinho são várias: Cliente de Bit Torrent (transmission), servidor Samba, FTP, SFTP, SSH, Telnet e HTTP.<br />
Eu o comprei especialmente pelas funções de torrent, mas todas as outras são bastante úteis, e bastante confiáveis. Isto é, claro, se considerarmos que ele possui aproximadamente 10&#215;5 cm de tamanho. É menor do que um smartphone, apesar de ser um pouco mais grosso.</p>
<p>Bom, sem mais delongas, vamos ao batente. O sistema operacional nativo dele é bem ruinzinho &#8211; depoimento de vários conhecidos, e também de outros clientes no site do produto la no DealExtreme. O que fazer então ?</p>
<p>Apresento-lhes o maravilhoso <a href="http://code.google.com/p/snake-os/">SnakeOS</a> !</p>
<p>O SnakeOS nada mais é do que um port do sistema operacional Linux para o hardware do NS-K330. Ele contém mais softwares, mais robustez e muito mais facilidades para os usuários.<br />
Por exemplo, interface web para o client de torrents Transmission, servidores de SSH, Cups, FTP e Samba, todos com configurações Unix-Like, com um uptime impressionante !</p>
<p>A instalação pode ser feita simplesmente baixando a imagem do firmware no site do projeto, e enviando para o nosso NAS caseiro pela interface de administração (caso estivermos instalando a partir do firmware original). Simples assim !<br />
As instruções de como atualizar do SnakeOS para o SnakeOS são igualmente simples, e <a href="http://code.google.com/p/snake-os/wiki/CurrentReleaseNotes">podem ser lidas neste endereço</a>, no wiki do projeto.</p>
<p>Após a instalação do NAS na tomada, plugamos um pendrive e o conectamos no router para começar a brincadeira. Pode-se acessar a interface dele via web, ativar o Transmission e pronto, temos um client acessível de qualquer lugar da nossa rede.<br />
Recomendo também que você <a href="http://www.google.com.br/search?q=dynamic+dns&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;client=firefox-a">crie uma conta no DynDNS ou No-IP</a>, para que possamos usar a opção do Snake de sincronizar, automaticamente, o IP do nosso brinquedinho com um DNS dinâmico na internet.</p>
<p>Isso mesmo, acessível de qualquer ponto do planeta. E essa é a grande jogada na minha opinião.</p>
<p>Imagine você chegar no escritório de manhã, e de lá mandar o SnakeOS/NS-K330 começar a baixar seu torrent favorito. Ao chegar em casa, você apenas precisa pegar o arquivo direto no Pendrive, ou acessar via Samba/SCP o arquivo, direto do nosso NAS caseiro. Interessante, não ?</p>
<p>Para mim, pelo preço pago, foi uma compra fantástica. Bom, barato e muito interessante.<br />
Algumas fotos, roubadas do site do produto no <a href="http://www.dealextreme.com/">DE</a>:</p>
<div id="attachment_440" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/sku_26320_8.jpg"><img class="size-full wp-image-440" title="sku_26320_8" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/sku_26320_8.jpg" alt="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.26320" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">O kit completo.</p></div>
<div id="attachment_441" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/sku_26320_4.jpg"><img class="size-full wp-image-441" title="sku_26320_4" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/sku_26320_4.jpg" alt="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.26320" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">As duas entradas USB presentes no NAS</p></div>
<div id="attachment_442" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/sku_26320_3.jpg"><img class="size-full wp-image-442" title="sku_26320_3" src="http://www.lsmod.net/wp-content/uploads/sku_26320_3.jpg" alt="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.26320" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Interface ethernet, botão de reset, leds indicadores e entrada de linha</p></div>
<p>Espero que assim como eu, todos gostem e se divirtam com o gadget !<br />
Abraço a todos.</p>
<img src="http://www.lsmod.net/?ak_action=api_record_view&id=407&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rooteando seu Android da maneira fácil</title>
		<link>http://www.lsmod.net/rooteando-seu-android-da-maneira-facil-2/</link>
		<comments>http://www.lsmod.net/rooteando-seu-android-da-maneira-facil-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 14:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Hacks]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[milestone]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorou, mas chegou ! Finalmente temos uma maneira bastante simples de fazer root em nossos dispositivos Android: O UniversalRoot. Basta instalar o pacote APK fornecido, seguir as simples instruções e pronto ! Temos root habilitado, e a possibilidade de instalar o Tethering, assim como outras permissões que antes não tínhamos. Segundo o desenvolvedor, o software [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Demorou, mas chegou ! Finalmente temos uma maneira bastante simples de fazer root em nossos dispositivos Android: O UniversalRoot.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Basta instalar o pacote APK fornecido, seguir as simples instruções e pronto ! Temos root habilitado, e a possibilidade de instalar o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;cd=1&amp;ved=0CBwQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fcode.google.com%2Fp%2Fandroid-wifi-tether%2F&amp;rct=j&amp;q=android%20tethering&amp;ei=uMGYTIinCIL_8Aa8_MjlAQ&amp;usg=AFQjCNFzfi3e8gdSz-VeUervA-3nhoOPHw&amp;cad=rja">Tethering</a>, assim como outras permissões que antes não tínhamos.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Segundo o desenvolvedor, o software funciona perfeitamente nos seguintes dispositivos:</div>
<div id="_mcePaste">- Google Nexus One (2.2)</div>
<div id="_mcePaste">- Google G1 (1.6)</div>
<div id="_mcePaste">- HTC Hero (2.1)</div>
<div id="_mcePaste">- HTC Magic (1.5)</div>
<div id="_mcePaste">- HTC Tattoo (1.6)</div>
<div id="_mcePaste">- Dell Streak (2.1)</div>
<div id="_mcePaste">- Motorola Milestone (2.1)</div>
<div id="_mcePaste">- Motorola XT701</div>
<div id="_mcePaste"><span id="more-397"></span>- Motorola XT800 (2.1)</div>
<div id="_mcePaste">- Motorola ME511</div>
<div id="_mcePaste">- Motorola Droid (2.01/2.1/2.2 with FRG01B)</div>
<div id="_mcePaste">- Droid X</div>
<div id="_mcePaste">- Sony Ericsson X10 (1.6)</div>
<div id="_mcePaste">- Sony Ericsson X10 Mini (1.6)</div>
<div id="_mcePaste">- Sony Ericsson X10 Mini Pro (1.6)</div>
<div id="_mcePaste">- Xperia X10 mini</div>
<div id="_mcePaste">- Xperia X10i</div>
<div id="_mcePaste">- Acer Liquid (2.1)</div>
<div id="_mcePaste">- Acer beTouch E400 (2.1)</div>
<div id="_mcePaste">- Samsung Galaxy Beam</div>
<div id="_mcePaste">- Vibo A688 (1.6)</div>
<div id="_mcePaste">- Lenovo Lephone (1.6)</div>
<div id="_mcePaste">- LG GT540 (1.6)</div>
<div id="_mcePaste">- Gigabyte GSmart G1305</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">E os seguintes aparelhos ainda não são suportados (por enquanto):</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">- Samsung i9000 / i6500U / i7500 / i5700</div>
<div id="_mcePaste">- Motorola ME600 / ME501 / MB300 / CLIQ XT</div>
<div id="_mcePaste">- Motorola 2.2 FRG22D</div>
<div id="_mcePaste">- Archos 5</div>
<div id="_mcePaste">- HuaWei U8220</div>
<div id="_mcePaste">- HTC Desire / Legend / Wildfire (Soft Root)</div>
<div id="_mcePaste">- HTC EVO 4G / Aria</div>
<div id="_mcePaste">- SonyEricsson X10i R2BA020</div>
<div id="_mcePaste">- myTouch Slide</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Mais informações podem ser encontradas no <a href="http://blog.23corner.com/tag/universalandroot/">site oficial</a>, ou então no tópico no <a href="http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=747598">XDA-Developers</a>.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Abraços!</div>
<img src="http://www.lsmod.net/?ak_action=api_record_view&id=397&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Agora é oficial &#8211; Milestone vai ter o Froyo, mas só ano que vem</title>
		<link>http://www.lsmod.net/agora-e-oficial-milestone-vai-ter-o-froyo-mas-so-ano-que-vem/</link>
		<comments>http://www.lsmod.net/agora-e-oficial-milestone-vai-ter-o-froyo-mas-so-ano-que-vem/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 00:50:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[milestone]]></category>
		<category><![CDATA[motorola]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente tivemos uma posição um pouco mais definida da Motorola sobre o Froyo no Milestone, e isso inclui um prazo: Primeiro trimestre de 2011. É um senhor prazo, especialmente quando consideramos que o Froyo já saiu para o Droid, primo (talvez até mesmo irmão) do Milestone da América Latina. A notícia foi dada via Twitter, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente tivemos uma posição um pouco mais definida da Motorola sobre o Froyo no Milestone, e isso inclui um prazo: Primeiro trimestre de 2011.</p>
<p>É um senhor prazo, especialmente quando consideramos que o Froyo já saiu para o Droid, primo (talvez até mesmo irmão) do Milestone da América Latina.</p>
<p>A notícia foi dada <a href="https://twitter.com/Motorola_BR/status/24035577042">via Twitter</a>, durante a tarde de hoje.</p>
<p>Para quem ainda está se perguntando as vantagens do Froyo, resumidamente: Teremos suporte a flash nativo, além de uma bruta melhora no desempenho. Além, é claro, do Tethering nativo e outros recursos de menor destaque.</p>
<p>Well, melhor do que nada. Especialmente se considerarmos que eles reconsideraram a decisão, unica e exclusivamente porque nós, consumidores, levantamos a voz.</p>
<img src="http://www.lsmod.net/?ak_action=api_record_view&id=389&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando o Froyo (Android 2.2) em seu Milestone</title>
		<link>http://www.lsmod.net/instalando-o-froyo-android-2-2-em-seu-milestone/</link>
		<comments>http://www.lsmod.net/instalando-o-froyo-android-2-2-em-seu-milestone/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 00:19:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Hacks]]></category>
		<category><![CDATA[#motofail]]></category>
		<category><![CDATA[froyo]]></category>
		<category><![CDATA[motorola]]></category>
		<category><![CDATA[openrecovery]]></category>
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		<category><![CDATA[Software]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu já considerava a instalação deste &#8220;hack&#8221; há algumas semanas, mas como soube que o Froyo sairia para o Droid americano e as previsões para o release do port ao nosso nacional eram boas, resolvi esperar. Post atualizado em 26/08/2010. Caí de cara no chão quando descobri que isso não vai acontecer. A Motorola resolveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já considerava a instalação deste &#8220;hack&#8221; há algumas semanas, mas como soube que o Froyo sairia para o Droid americano e as previsões para o release do port ao nosso nacional eram boas, resolvi esperar.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Post atualizado em 26/08/2010.</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: line-through;">Caí de cara no chão quando descobri que isso não vai acontecer. A Motorola resolveu que não vai atualizar mais o Android dos nossos Milestones</span> Aparentemente eles <a href="https://supportforums.motorola.com/community/manager/softwareupgrades?view=overview">voltaram atras na decisao de nao distribuir o Froyo</a>. Ainda é possível, porém, termos o Froyo rodando desde já, caso você seja interessado o bastante, e tenha um pouco de força de vontade.<br />
<span id="more-372"></span>Assim sendo, é hora de usar nossas habilidades e da boa vontade de alguns desenvolvedores bastante interessados neste assunto, e aplicar um port feito pela comunidade.</p>
<p>Como sempre, é importante salientar que</p>
<p>- Não posso me responsabilizar por eventuais &#8220;bricks&#8221; nos aparelhos celulares de vocês leitores;<br />
- Não sou o autor dos softwares utilizados aqui. Agradeço em especial ao Dexter, que foi quem portou o Froyo para o Milestone;<br />
- Faça os backups que eu pedir. É importante.</p>
<p>Com um Motorola Milestone (necessário root liberado, ver posts anteriores sobre android) e o <a href="http://www.lsmod.net/2010/08/instalar-openrecovery-milestone/">OpenRecovery funcionando</a>, é hora de baixarmos a imagem do Froyo e botar a mão na massa.</p>
<p>- Faça o download do  MotoFrenzy (0.5a, no dia em que este foi digitado), criado pelo <a href="http://twitter.com/DexterPicard">Dexter Picard</a>, disponível para download <a href="http://dext3r.komodin.org/MotoFrenzyv05a.zip">aqui</a>;<br />
- Faça também o download <a href="http://www.lsmod.net/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=3">deste patch</a>. Ele corrige um problema ao jogar ligações para segundo plano (por exemplo ao atender uma chamada em espera).</p>
<p>Agora, antes de mais nada, vamos fazer alguns backups (etapa MUITO importante):</p>
<p>Usando o Astro, copie os 5 arquivos a seguir, presentes na pasta <strong>/system/etc/motorola/bp_nvm_default</strong></p>
<p>1. File_Audio<br />
2. File_Audio2<br />
3. File_GSM<br />
4. File_Seem_Flex_Tables<br />
5. generic_pds_init</p>
<p>Faça o backup destes arquivos no seu PC, de preferência. Nunca se sabe quando o SDCard vai dar algum problema.</p>
<p>Agora boote no OpenRecovery. Não lembra como ? Com o update.zip na raíz do SDCard e a pasta OpenRecovery no local apropriado, desligue o aparelho e ligue-o segurando o <span style="color: #0000ff;">&#8220;</span><span style="color: #0000ff;">Botão da câmera + Botão de ligar&#8221;</span>. Na hora em que a exclamação aparecer, solte tudo e aperte <span style="color: #0000ff;">&#8220;Volume Up + Botão da câmera&#8221;</span>.<br />
Selecione &#8220;<span style="color: #0000ff;">apply sdcard:update.zip&#8221;</span> e ele irá cair no prompt do OpenRecovery. Fácil ! <img src='http://www.lsmod.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Agora navegue pelas opções, tomando cuidado pra não mexer no que não deve. Vá até &#8220;Nandroid Menu&#8221; e selecione a opção &#8220;Nandroid Backup&#8221; .</p>
<p>Após alguns minutos, você terá uma nova pasta criada no seu SDCard. Esta pasta contém uma imagem &#8220;viva&#8221; do seu celular, e pode ser usada pra recuperar tudo em caso de merda extrema.<br />
Ah sim, a pasta ficará dentro de <span style="color: #0000ff;">/nandroid/adbrecovery</span></p>
<p>Eu também recomendo que um backup desta pasta seja feito no PC. Precaução é algo sempre, sempre bom de ter.</p>
<p>Feitos os dois backups importantes, vamos para a próxima etapa.<br />
Copie o arquivo MotoFrenzy-v0.5b-update-nosign.zip (aquele que corrige o bug em ligações em espera) que você baixou para a pasta <span style="color: #0000ff;">/OpenRecovery/updates<span style="color: #000000;"> que está presente no seu SDCard.</span></span><br />
Copie o arquivo SEM DESCOMPACTÁ-LO. Ou seja, simplesmente baixe e jogue o .ZIP na referida pasta.</p>
<p>Em seguida, descompacte o arquivo <span style="color: #0000ff;">MotoFrenzyv05a.zip</span>. Dentro da nova pasta que será criada, temos um arquivo de Readme, o instalador do Flash Player, um script de overclock e o mais importante &#8211; a imagem que iremos restaurar no nosso telefone para ter o Froyo rodando.</p>
<p>Trocando em miúdos: Copie a pasta <span style="color: #0000ff;">M</span><span style="color: #0000ff;">otoFrenzyv05a</span> presente no .ZIP para a pasta <span style="color: #0000ff;">/nandroid/adbrecovery </span>no seu SDCard.<br />
<em>(MotoFrenzy05a pode obviamente mudar se você baixar outra versão do patch)</em></p>
<p>Agora desligue seu Milestone. Ligue-o e entre no OpenRecovery de novo.<br />
Navegue até a opção <span style="color: #0000ff;">&#8220;Nandroid Menu&#8221; &gt; &#8220;Nandroid Restore&#8221;.</span></p>
<p>Feito isso, teremos duas opções. Uma é o seu backup, aquela imagem que você criou algumas etapas atrás (sério, não deixe de fazer o backup), e a imagem do MotoFrenzy, que é a que iremos selecionar e confirmar.</p>
<p>Após dar o OK no restore do MotoFrenzy, uma série de atualizações vão acontecer. Na verdade o que estamos fazendo é descomprimir a imagem do Froyo e instalar na nossa memória, substituindo o sistema anterior.</p>
<p>Logo após esse processo todo ser finalizado, reinicie seu telefone. Numa situação ideal, nenhum dos backups feitos aqui serão necessários, mas pode ser que seu Milestone não pegue sinal algum da sua operadora.<br />
Se este for o caso, não se assuste. Basta você pegar os 5 arquivos que eu falei pra você salvar em algum lugar seguro (você fez isso, certo?) e substituir pelos que estão lá agora.</p>
<p>Reinicie o telefone e tudo estará perfeito.</p>
<p>Meus parabéns, agora você está rodando o Froyo em seu Milestone, mesmo com a Motorola não curtindo muito essa idéia.<br />
O próximo passo, caso você deseje, é instalar o plugin do Flash. O APK de instalação está dentro daquele arquivo .ZIP que você já descompactou. Basta instalar com o Astro, ou seu gerenciador de arquivos favoritos, e finalizamos!</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Atualizações: 26/08/2010</strong></span></p>
<p>Após um dia repleto de oportunidades pra testar o aparelho (fiquei uns bons minutos em stand-by em filas e no trânsito..), eis as conclusões que cheguei:<br />
- Se a câmera for <strong>essencial</strong> pra você, não recomendo a instalação desta versão do Froyo. Ela funciona, mas o foco não. Logo, você vai poder tirar fotos apenas de perto (bastante perto). Imagens e cenários que estejam longe irão ficar desfocados.<br />
- O consumo de bateria é idêntico, ou talvez um pouco melhor do que com o 2.1. Usei bastante o navegador com flash, 3g habilitado, joguei bastante o Gem Miner.. Tirei do dock às 7h e voltei a carregá-lo agora, 18h, porque estava nos 20%. Mas note que o uso foi extensivo (até para efeitos de teste de performance).<br />
- O desempenho é incrível. Definitivamente muito melhor do que no firmware anterior.<br />
- A estabilidade é outro ponto forte. Eu imaginei que por se tratar de um &#8220;meio port, meio hack&#8221; as coisas não sairiam muito bem, mas mordi a língua. Não travou nem esgasgou, durante o dia todo.<br />
- Tudo funciona. O market, o 3g, o wifi, os apps, tudinho. O único escorregão ficou por conta da câmera, de fato.</p>
<p>Bem, tenho dois pontos a acrescentar aqui no tutorial.</p>
<p>O primeiro é um acréscimo ao Froyo original &#8211; aplicar o &#8220;tema&#8221; do Nexus One. A vantagem ? Tradução em português (que eu só fui perceber que não tem bastante tempo depois de ter aplicado o Frenzy.. Me ferrei, porque aplicar o tema zerou novamente meu celular e tive de reinstalar várias coisas.. Mas sem crise, eu sabia que ia apanhar um pouco <img src='http://www.lsmod.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O processo é super simples. Após executar todo o lance descrito aqui em cima, faça o <a href="http://dext3r.komodin.org/MotoFrenzy/MotoFrenzy-v05-FRF91-stock-theme-nosign.zip">download deste arquivo</a>, e coloque-o na pasta /OpenRecovery/updates.<br />
Reinicie seu celular para cair no menu do OpenRecovery, e navegue nas opções: <strong>Miscellaneous</strong> &gt; <strong>Apply Update</strong> e escolha o arquivo <strong>MotoFrenzy-v05-FRF91-stock-theme-nosign.zip</strong>.</p>
<p>Após uma série de atualizações, basta você rodar opcionalmente o item descrito abaixo, pra recuperar as configurações de 3G e pronto, seu Milestone estará show.</p>
<p>O segundo update no tutorial é sobre como restaurar o backup dos arquivos de conexão de rádio (aqueles 5 arquivinhos que fizemos backup mais cedo) para assim voltar a ter uma conexão estável e rápida. É bem simples:</p>
<p>- <a href="http://www.lsmod.net/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=4">Baixe este arquivo</a>, e o coloque a pasta <strong><span style="color: #ff0000;">/OpenRecovery/updates</span></strong><br />
- Desligue o celular, e na hora de ligar, caia no OpenRecovery. Lembra-se como faz, né ?<br />
- Navegue para <strong>Miscellaneous</strong> &gt; <strong>Apply Update</strong> &gt; e escolha o arquivo <strong>Radio_3G-brazil236-update.nosign.zip</strong><br />
- Reinicie o celular e curta o sinal forte e bão, novamente !</p>
<p>Quem tiver alguma dúvida, sugestão ou crítica, é só mandar ver nos comentários.</p>
<p>Um abraço.</p>
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		<title>Instalando o OpenRecovery no Motorola Milestone</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 22:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeremias Zerbini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hacks]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
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		<description><![CDATA[Emputecido com a notícia de que a Motorola não vai disponibilizar o Froyo para clientes da América Latina ? Pois veja aqui uma maneira de ter, de maneira não-oficial, o Froyo instalado em seu Milestone. Em primeiro lugar, vou ensinar como instalar o OpenRecovery, uma ferramenta essencial para completarmos nossa missão. Baixe o programa chamado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Emputecido com a notícia de que a Motorola <a href="http://br-linux.org/2010/motofail-no-brasil-motorola-milestone-nao-sera-atualizado-para-android-2-2/">não vai disponibilizar o Froyo para clientes da América Latina</a> ?<br />
Pois veja aqui uma maneira de ter, de maneira não-oficial, o Froyo instalado em seu Milestone.</p>
<p>Em primeiro lugar, vou ensinar como instalar o OpenRecovery, uma ferramenta essencial para completarmos nossa missão.<br />
Baixe o programa chamado GOT&#8217;s OpenRecovery, que será usado para aplicar a ROM. Ele pode ser encontrado <a href="http://www.multiupload.com/ORHI6UI34W">aqui</a>.</p>
<p>Para instalar este software, precisamos de um Milestone com root liberado.<br />
<span id="more-370"></span>Eu já postei aqui tutoriais de como <a href="http://www.lsmod.net/2010/05/liberando-root-no-motorola-milestone/">liberar o root no firmware 2.0</a>, e <a href="http://www.lsmod.net/2010/07/liberar-root-no-milestone-firmware-2-1/">também para o 2.1</a>.</p>
<p>Com o arquivo baixado, simplesmente descompacte-o (no meu caso, o arquivo se chama <strong>OR-GOTmod_v1.04a.zip)</strong> na raíz do seu cartão de memória SD.<br />
Isto fará com que você tenha um arquivo <span style="color: #0000ff;">U</span><span style="color: #0000ff;">pdate.zip</span> na raíz, e uma pasta chamada <span style="color: #0000ff;">OpenRecovery</span> no primeiro nível.</p>
<p>Feita a cópia, desligue e ligue seu aparelho. Ao religar, lembre-se de <span style="color: #0000ff;">s</span><span style="color: #0000ff;">egurar a tecla X do teclado físico ou o botão da câmera fotográfica</span> (isso depende do seu firmware e versão de hardware) até aparecer o famoso triângulo.</p>
<p>Quando o triângulo aparecer, pode soltar o botão da câmera. Agora, <span style="color: #0000ff;">pressione, ao mesmo tempo, o &#8220;Volume up&#8221; (botão de aumentar o volume) e o botão da câmera</span>.<br />
Irá aparecer um menu na tela do seu Milestone. Selecione a opção <strong><span style="color: #0000ff;">apply sdcard:update.zip</span></strong></p>
<p>Pronto, temos o OpenRestore no Milestone. Ele vai nos ajudar a aplicar o Froyo, além de nos permitir fazer backups importantíssimos em breve.</p>
<p>Até a próxima !</p>
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