Agora é oficial – Milestone vai ter o Froyo, mas só ano que vem
Finalmente tivemos uma posição um pouco mais definida da Motorola sobre o Froyo no Milestone, e isso inclui um prazo: Primeiro trimestre de 2011.
É um senhor prazo, especialmente quando consideramos que o Froyo já saiu para o Droid, primo (talvez até mesmo irmão) do Milestone da América Latina.
A notícia foi dada via Twitter, durante a tarde de hoje.
Para quem ainda está se perguntando as vantagens do Froyo, resumidamente: Teremos suporte a flash nativo, além de uma bruta melhora no desempenho. Além, é claro, do Tethering nativo e outros recursos de menor destaque.
Well, melhor do que nada. Especialmente se considerarmos que eles reconsideraram a decisão, unica e exclusivamente porque nós, consumidores, levantamos a voz.
Instalando o Froyo (Android 2.2) em seu Milestone
Eu já considerava a instalação deste “hack” há algumas semanas, mas como soube que o Froyo sairia para o Droid americano e as previsões para o release do port ao nosso nacional eram boas, resolvi esperar.
Post atualizado em 26/08/2010.
Caí de cara no chão quando descobri que isso não vai acontecer. A Motorola resolveu que não vai atualizar mais o Android dos nossos Milestones Aparentemente eles voltaram atras na decisao de nao distribuir o Froyo. Ainda é possível, porém, termos o Froyo rodando desde já, caso você seja interessado o bastante, e tenha um pouco de força de vontade.
Leia o artigo completo
Liberar root no Milestone – firmware 2.1
Boa noite pessoal !
Seguindo a linha do tutorial anterior, que servia apenas para firmwares 2.0 e 2.0.1 (clique para ver), segue aqui um novo, que funciona nos Androids novos do nosso Milestone, versão 2.1.
Tenha as seguintes ferramentas e arquivos em mãos:
- Drivers do Milestone: Para Windows de 32-bits // Para Windows de 64-bits
- RSD Lite: Baixe aqui!
- Este arquivo SBF (que é o sistema operacional básico): Versão da Vivo // Versão da TIM
- Este outro SBF (versão hackeada, que nos permitirá instalar o root): Baixe aqui! Leia o artigo completo
Liberando root no Motorola Milestone 2.0
Furioso por não conseguir comprar os aplicativos pagos no Market, do Android ? Eis a solução simples e rápida – Liberar root no seu Motorola Milestone.
Muito mais simples do que fazer jailbreak no iPhone, e igualmente eficaz. Liberando o root, você está modificando o sistema operacional do telefone para aceitar a instalação dos aplicativos diretamente, abrindo-os em formato .apk no próprio celular e escolhendo a opção para o instalar.
O processo é simples e indolor. Vamos lá: Leia o artigo completo
Dicas para administração de usuários – Unix
Aqui vai uma mini coleção de dicas para gerenciamento de ID’s em alguns Unices.
É sempre bom ter uma listinha dessas por perto. Solaris é moleza, mas eu vivo esquecendo AIX e HP-UX
;]
Solaris:
Lockar conta de usuário:
passwd -l $username |
Deslockar conta de usuário:
passwd -u $username |
Forçar troca de senha no próximo login:
passwd -f $username |
Setar a senha para nunca expirar:
/usr/bin/passwd -w 99999 -x 99999 $username |
HP-UX:
Lockar userID:
/usr/lbin/modprpw -e $username |
Deslockar userID:
/usr/lbin/modprpw -l -k $username |
Setar a senha para nunca expirar:
/usr/lbin/modprpw -l -m mintm=0,exptm=0,expwarn=0,lftm=0 $username |
AIX:
Lockar userID:
chuser account_locked=true $username |
Deslockar userID:
chuser account_locked=false $username chsec -f /etc/security/lastlog -a "unsuccessful_login_count=0" -s $username |
Verificar as propriedades de um userID:
lsuser $username |
Setar a senha para nunca expirar:
chuser expires=0 $username chuser maxage=0 $username |
E é isso !
Espero que seja útil pra mais pessoas também.
Abraços ! :]
32 ou 64 bits ? Entenda as diferenças
Com o mercado de games, arquitetura, design gráfico, audio e vídeo fervilhando há uns bons anos, houve a necessidade de expandirmos e aumentarmos a capacidade de processamento dos CPU’s atuais.
Como ? Bem, chegamos à um ponto onde não é mais tão simples aumentar o clock dos processadores, aumentando assim suas velocidades.
Alguns fatores como aquecimento dos chips e o preço de vários componentes fizeram com que os engenheiros tivessem de bolar uma nova estratégia para superar os limites mais uma vez: Dobrar a quantidade de bits que eles poderiam processar em um simples ciclo.
Os processadores de 32 bits são limitados a processarem valores inteiros de 0 à 4.294.967.295 – ou de (−2,147,483,648) a 2,147,483,647.
Agora imagine que você está digitando um simples script no seu editor de textos favorito. Impossível imaginar que o processador do seu computador teria de se utilizar de números maiores do que os citados acima para processar um ciclo, certo ?
Por outro lado, ao compilar grandes softwares usando o gcc, colaborar com o Folding@Home ou criptografar dados, números e cálculos estupidamente grandes seriam utilizados.
Nestes casos, a característica mais bacana dos processadores de 64 bits entra em ação: Ser capaz de processar números inteiros de 0 a 18.446.744.073.709.551.615.
O que isso significa ?
Bem, se para criptogravar o arquivo script.php meu processador tivesse de raciocinar um número maior do que 4.294.967.295, seriam necessário dois ciclos de processamento para fazer exclusivamente esta operação.
Num processador de 64 bits, apenas um ciclo bastaria, sobrando bastante para o Sistema Operacional processar o resto de suas atividades normais.
Mas isto não é tudo !
Sem um sistema operacional adequado à essas características, nada funcionaria bem.
Ele é o principal gargalo dessa história. Se tivermos, por exemplo, um Athlon X2 em nosso computador pessoal e instalarmos uma distribuição Linux de 32 bits nele, estaremos desprezando o total potencial deste equipamento, uma vez que o O.S. enviaria para o cérebro do computador apenas instruções possíveis de serem resolvidas por um CPU tradicional de 32 bits.
Existem também algumas formas de termos aplicações de 32 bits rodando sob uma plataforma de 64 bits. Apesar de não recomendável, isto se faz necessário algumas vezes por não existir uma versão especial do software que tenha sido reescrita para rodar com perfeição nos novos chips.
Assim teríamos o sistema rodando em todo o seu potencial, e esta aplicação ficaria no gargalo, provavelmente rodando mais lentamente do que todo o resto dos programas.
Atualmente temos uma vasta gama de processadores de 64 bits disponíveis, e [a menos que eu esteja enganado], a grande maioria do que encontramos no comércio – voltados para usuários domésticos e workstations, nada específico – são compatíveis com ambas as tecnologias.
Eu mesmo estou concluindo o final deste pequeno artigo num sistema operacional de 32 bits, rodando sob hardware de 64 bits ;]
A moral da história: O conceito mudou de “aumento de velocidade” para “capacidade de processamento”.
Chips de 64 bits não são necessáriamente mais rápidos (variando conforme a aplicação, já explicado acima) porém sem dúvida aguentam processar mais informações por ciclo – o que acaba gerando velocidade em situações de grande carga.
Um grande abraço a todos!




